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Outubro de Lutas segue com agenda no Conjunto São Miguel e em Taquara


Em 10 de outubro o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Caucaia (Sindsep) seguiu com a agenda de mobilização e aproximação com os filiados através do “Outubro de Lutas – Em Defesa dos Servidores e do Serviço Público Municipal”, mobilização que conclama a classe trabalhadora a reagir ao desmonte dos direitos orquestrado pelo Governo Feral e o Congresso, que tem impactado de forma destrutiva os municípios.


Desta vez, as unidades de educação: EEIEF Luiza Moraes Correia, da rota Jurema, situada no Conjunto São Miguel, e EEIF Maria de Lourdes Rocha, situada na Taquara, rota 020, receberam as visitas, que contaram com a presença e animação proporcionada pelo músico Franzé Lourenço. O objetivo foi levar, através do cancioneiro popular, a mensagem de força e resistência nesta conjuntura que assola atualmente o povo.


A entidade deu prosseguimento à coleta de assinaturas da Campanha Nacional pela Anulação da Reforma Trabalhista, que vai coletar 1,3 milhão de assinaturas para um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que propõe a revogação da Reforma Trabalhista de Temer, prevista para entrar em vigor no próximo dia 11 de novembro.


Houve espaço ainda para parabenizar crianças e professores no tocantes às datas: dia das crianças, dos professores/as e dos servidores.


Presente na agenda, a presidente da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Estado do Ceará (Fetamce) e diretora do Sindsep, Enedina Soares, disse: “para barrar esses ataques só uma forte unidade entre a classe trabalhadora. É inadmissível que retrocessos sociais aconteçam numa escalada assustadora. A unidade e mobilização são determinantes nesse momento para assegurar que todos os nossos direitos sejam respeitados. Nenhum direito a menos. Nenhum passo atrás”, reforçou.



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Já Maria Santos, presidente do sindicato, declarou: “a preocupação com a reitrada de direitos tem que estar na consciência do povo e dos servidores de Caucaia, para que não soframos ainda mais. É necessário resistirmos. Como disse Enedina, a reação popular será fundamental”.